domingo, 10 de novembro de 2013

Está acima do *PeSo* e sonha em *ENGRAVIDAR*???


 
   Está pensando em ficar grávida e está acima do peso? Melhor entrar em forma, então. E não é questão de estética, mas de saúde: alcançar o peso ideal é tão importante quanto tomar vitaminas ou fazer os exames indicados durante os 9 meses.



   Quando a mulher decide ter um filho, o obstetra faz uma série de recomendações para a futura grávida. É necessário desde fazer exames de sangue para detectar doenças que podem ser prevenidas por meio de vacinas, como rubéola, até começar a tomar ácido fólico (vitaminas do complexo B, que previnem danos neurológicos no bebê) alguns meses antes e no primeiro trimestre da gestação. O peso, porém, costumava ser assunto para ser discutido depois, já com o bebê a caminho. Não mais. A obesidade da mãe, afinal, pode causar uma série de problemas na criança e incômodos durante a gravidez. Como mostra uma revisão de diversos estudos já feitos sobre o tema, publicada recentemente no jornal científico Nursing for Women's Health, dos Estados Unidos. 

   A pesquisa mostra, por exemplo, que os bebês de mulheres que engravidaram obesas correm mais risco de sofrer malformações, assim como de se tornarem obesos na vida adulta também. Além disso, elas teriam mais chances de ter diabetes gestacional, hipertensão, pré-eclâmpsia e hemorragia no pós-parto.


  
   Confira, a seguir, essas e outras razões para estar de bem com a balança antes de a barriga começar a crescer.
 

1. Mais tempo para ficar grávida

   A obesidade pode dificultar a concepção. se ambos os parceiros forem obesos (ou seja, Imc acima de 30), eles demoram mais tempo para engravidar, comprova uma pesquisa dinamarquesa realizada com 48 mil casais e publicada na revista Human Reproduction, no ano passado. Em geral, eles têm probabilidade três vezes maior do a de um casal com peso adequado de levar mais de um ano para engravidar, o que os médicos chamam de baixa fertilidade. os casais com sobrepeso (Imc entre 26 e 30) também são afetados: têm uma vez e meia mais possiblidade de ter de esperar por mais tempo. A explicação está no impacto da obesidade sobre os hormônios femininos. Em alguns casos, o excesso de peso pode até mesmo ser conseqüência de algum distúrbio hormonal. os problemas mais comuns são a síndrome dos ovários policísticos e o hipotireoidismo (quando a glândula tireóide não produz hormônio suficiente), que podem até interromper a ovulação. Já nos homens, a obesidade também atrapalha a fertilidade. Ela influencia a produção de testosterona, o que pode afetar a vitalidade dos espermatozóides e também o desejo sexual, segundo um recente estudo escocês.
 
 

2. Mães gordas, crianças obesas

   Gestantes com excesso de peso têm maior probabilidade de dar à luz bebês com peso acima da média. De acordo com uma pesquisa da universidade de Harvard (EuA), essas crianças também correm mais risco de se tornar obesas na primeira infância. A relação entre o ganho de peso gestacional e o sobrepeso da criança pode ser de origem genética ou comportamental, já que as crianças acabam herdando os hábitos alimentares da família. Além disso, a quantidade de peso ganho na gravidez também pode interferir no ambiente uterino, influenciando o crescimento fetal, o que reforça a tese de que certos tipos de doenças na vida adulta são “programadas” durante a gestação. Ainda que as conclusões sejam baseadas na quantidade de quilos ganhos na gravidez, não há como fugir: o “resultado final” (peso da mãe e do bebê) está diretamente relacionado ao peso da mulher ao engravidar.
 
 

3. Quanto engordar

   Claro que todas as mulheres têm de prestar atenção aos quilos ganhos durante a gravidez, mas quem já estiver com alguns extras antes mesmo de engravidar vai ter de se controlar mais. Não há consenso entre os obstetras sobre quantos quilos a mulher deve engordar durante a gestação; as tabelas seguidas por eles têm indicações variadas. Alguns recomendam entre 9 e 11 quilos, outros de 11 a 15 quilos. Há ainda outra tabela que estima que o ideal é engordar cerca de 15% do total do peso pré-gestacional. E não é só a quantidade de quilos ganhos que conta, mas a saúde, a idade e os hábitos alimentares da gestante. seja qual for a tabela que o obstetra vai seguir, todas levam em conta o estado nutricional da grávida e seu IMC ao engravidar. O que significa que, quanto mais alto esse índice, menos ela deve engordar.


4. Estou linda?

   Por maior que seja a satisfação em estar grávida, nem todas as mulheres se sentem bonitas nesse período. uma das coisas que mais interferem no visual é o inchaço (ou edema). No rosto, por exemplo, aumenta o tamanho do nariz. Nos pés, dificulta o uso de sapatos e, nas mãos, o de anéis. os edemas aparecem em 75% das gestantes e são mais freqüentes a partir do quinto mês. Não há como evitá-los totalmente, mas estar em forma, com certeza, facilita!


5. Desconforto à vista

   O excesso de peso potencializa alguns desconfortos comuns na gravidez, como dificuldade para respirar e andar. Isso porque há um maior esforço cardiovascular para suportar os quilos a mais. o peso do abdômen também causa dores nas costas e nas pernas, aumentando a sensação de cansaço. 


6. Parto complicado

   A média do peso dos bebês de mulheres obesas é maior do que o normal, o que pode aumentar as complicações obstétricas durante o parto e, em conseqüência, a possibilidade de ocorrer uma cesárea. A obesidade também aumenta o risco de morte materna. No Reino Unido, por exemplo, estatísticas recentes mostram que metade das mulheres que faleceram por causa de doenças na gravidez ou parto eram obesas. Segundo o relatório, o risco é entre quatro e cinco vezes maior, tanto para a mãe quanto para a criança.
 
 

7. Recuperação no pós-parto

   As mães com sobrepeso ou obesas tendem a ficar mais tempo internadas e requerem mais medicamentos depois do parto. É o que mostra um estudo norte-americano realizado com 13 mil mulheres, publicado este ano no New England Journal of Medicine. Além do maior número de cesárea nesse grupo, outro motivo seriam complicações, como pressão alta, pré-eclâmpsia e diabetes, que também são mais freqüentes nele.
 
 

8. Gravidez de risco

   Por causa de todos os itens relacionados até agora, grávidas obesas são consideradas pacientes de risco. Isso quer dizer que vão precisar de cuidados especiais como outras mulheres em condições frágeis (com diabetes, hipertensão e idade avançada, só para citar alguns exemplos). É, sem dúvida, preocupação extra para a família e para o obstetra.
 
 

9. Seu corpinho de volta

  A conta é simples: se a grávida engordou nove quilos na gestação, mas já estava com três quilos acima do peso ideal, vai ter de perder 12 depois de o bebê nascer. Mas se já estava de bem com a balança... Dois (ou três, quatro, etc.) quilos parecem pouco, mas fazem a maior diferença no pós-parto: os últimos quilos são sempre os mais difíceis de perder. Não é o ponteiro da balança que emperra, mas, quanto mais próximo do peso ideal, o corpo queima menos calorias. Nesse caso, é preciso se exercitar mais, o que nem sempre é possível com um recém-nascido em casa! Mais um motivo para se preocupar com a dieta bem antes da gravidez. Além de voltar mais rápido ao peso, se a mulher não estiver muito gordinha ao engravidar, tem ainda menor risco de desenvolver estrias.
 
 

10. A próxima gestação

   Para quem tem preguiça só de pensar em fazer dieta e ginástica para voltar ao peso que tinha antes da gravidez, é bom saber que existem mais benefícios do que entrar na antiga calça jeans. Estudo sueco com 150 mil mulheres concluiu que aquelas que não conseguem voltar ao peso ideal após a primeira gestação podem sofrer complicações na gravidez seguinte. A pesquisa, baseada no IMC, concluiu que um ganho de um a dois pontos no índice já traz problemas: aumenta de 20% a 40% o risco de diabetes gestacional, de hipertensão ou de ter um bebê com excesso de peso. Entre mulheres que aumentam mais de três pontos, há 60% a mais de risco de parto prematuro.
   
 

 Já estou grávida... e agora?

   Para quem estava gordinha e ficou grávida inesperadamente, os cuidados com a gestação devem ser redobrados. Mas nada de dietas restritivas, que podem comprometer o desenvolvimento do bebê. O mais importante é priorizar a qualidade do cardápio, evitando alimentos ricos em calorias ou pobres em nutrientes. A quantidade de calorias que a gestante tem de consumir diariamente varia de acordo com sua altura, peso, condições de saúde e se pratica atividades físicas regularmente. Por isso, além das orientações do obstetra, vale também contar com outros profissionais, como endocrinologistas, preparadores físicos e nutricionistas.


Fontes: http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI13773-10484,00.html
Abner Lobão Neto, obstetra, coordenador do Serviço de Pré-natal Personalizado da Universidade Federal de São Paulo; Carla Sallet, dermatologista, autora de Grávida e Bela (Editora Senac), entre outros; Cecília Lima, nutricionista; Eduardo Zlotnik, ginecologista e obstetra do Hospital Israelita Albert Einstein.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Esta Receita Eu Recomendo!!!




10 Alimentos que Você Acha que Não ENGORDAM...




   Pode dizer a verdade, quando você descobre uma comida gostosa e que dizem que não engorda, você faz a festa não é mesmo? Não adianta disfarçar, todo mundo faz isso.
   Mas será que a comida em questão realmente não engorda? Eu não confiaria muito nisso em? Por isso, preparamos uma lista com 10 famosos alimentos que as pessoas acham que não engordam, mas que na verdade não é bem assim e podem acabar com sua dieta. Se prepare, pois você vai se surpreender!


1. Barras de Cereal

    Ah as clássicas barrinhas de cereais… algumas são realmente boas pois ajudam a se manter satisfeito por mais tempo e com poucas calorias, mas muitas, a maioria para falar a verdade, são terríveis.
    Algumas nem deveriam ser chamadas de Barra de Cereal mas sim de Barra de Gordura, essas geralmente quase não possuem cereais e fibras, possuem muito açúcar e passam das 500 calorias cada. Um verdadeiro terror.
    Por isso, se for comprar uma barra de cereal, compre daquelas com no máximo 100 calorias e que sejam bem rica em fibras, que manterão você cheio por mais tempo.


2. Leite Desnatado

   Por essa você não esperava não é mesmo? Muitas empresas vendem o leite desnatado como se ele fosse o leite perfeito para quem quer perder peso, pois não é tão calórico quanto o leite comum.
   Realmente ele não é tão calórico, mas a diferença não é grande não, quando muito o leite desnatado é no máximo 30% menos calórico que o leite comum. Isso em números, são apenas de 20 a 30 calorias. E aí? Acha que ainda compensa tomar leite aguado?


3. Iogurte Desnatado

   Muita gente substitui o leite ou café da manhã por um copo de iogurte desnatado. Ele realmente é bem menos calórico que o iogurte comum, mas grande parte das marcas aumentam consideravelmente a quantidade de frutose e sacarose no iogurte desnatado.
   A frutose e a sacarose é o que vai dar o doce ao iogurte, por isso, fique sempre de olho na tabela nutricional da embalagem para não ser enganada.


4. Granola Diet

    A versão "menos gordurosa" desse delicioso cereal pode ser um dos mais enganadores alimentos diets. Uma porção de granola normal possui cerca de 210 calorias, já a granola diet possui cerca de 190 calorias.
   Não há muito o que fazer quanto a isso, por se tratar basicamente cereais naturais com açúcar e carboidratos. Mas fique de olho, a maior preocupação com granolas diets é que elas possuem mais açúcares e carboidratos que a granola normal. Alie isso ao fato de geralmente exagerarmos nesse cereal e você verá que a Granola engorda sim!


5. Óleo de Oliva Light

    Acho que a maior propaganda enganosa utilizando a palavra Light é o óleo de oliva light. Isso não existe, o óleo de oliva light possui a mesma quantidade de calorias e nutrientes que o óleo de oliva normal. A diferença deles? A cor é mais clara e o sabor bem menos intenso. Mais uma vez, vale comparar as tabelas nutricionais da embalagem.


6. Pipoca de Microondas

   Olha o cinema acabando com sua dieta aí! É verdade, a pipoca de microondas não é nada light. Cada pacote geralmente conta com 9 gramas de gordura ruim, sendo 6 gramas de gordura trans. E aí? Tem certeza de que pipoca não engorda?


7. Banana Chips

   Sabe aquela banana fritinha, cortada bem fininha e bem sequinha? Parece bem saudável não é mesmo? Nem deve engordar!
   Ledo engano, 30 gramas dessas bananinha possuem 150 calorias! Sabe o que é isso? O mesmo que um hambúrguer de fast food.


8. Salada César

   Falou em salada, falou em comida saudável. Realmente, mas isso não quer dizer que seja comida de poucas calorias. A salada césar, cada vez mais famosa e a preferida dos restaurantes, por possuir visual de encher os olhos, é uma das saladas mais calóricas que existe. Uma simples porção dela pode passar das 300 calorias.


9. Hot Dog de Peru

   Se é de Peru é bom, foi mais ou menos com esse slogan que os Hot Dogs de peru começaram a aparecer no mercado. Realmente, o Hot Dog de peru é bem menos calórico que o Hot Dog clássico, mas isso não quer dizer que o Hot Dog de peru não engorda.
   Em algumas marcas, por exemplo, um Hot Dog chega a ter 100 calorias, e isso é muita coisa. Novamente, dê uma olhada na tabela nutricional e compare as marcas.


10. Chá Gelado

   Se existe até uma dieta de chá, é natural que as pessoas achem que um chá gelado não engorde. Muito pelo contrário, eles são bem calóricos e podem ser um verdadeiro vilão na sua dieta. Uma garrafa de 500 ml, por exemplo, pode ter mais de 200 calorias. O pior ainda está por vir, essa mesma garrafa pode possuir quase 60 gramas de açúcar.


   Não tem como, se você quer fazer uma dieta não pode vacilar. Tem sempre que verificar a tabela de nutrientes de um produto. Só a diferença de marca de um produto pra outro pode reduzir em até 50% a quantidade de calorias.
   Por isso também nunca confie quando te disserem que algo não engorda.

Fonte: http://www.assiscity.com/?id=111-28069
Texto da revista Boa Dieta

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Óleo de Cártamo


   Você sabia que o Óleo de Cártamo Emagrece

   Muitas pessoas insistem em adotar dietas drásticas que trazem mais prejuízos do que benefícios e até tomam remédios de origem duvidosa para emagrecer.

   Há diversos produtos naturais com propriedades emagrecedoras que não causam efeitos indesejados, mas que são desconhecidas pela maioria.

   Eles são utilizados por nossos ancestrais há centenas de anos e comprovados pela ciência, mas por diversas razões, as pessoas tendem a procurar remédios industrializados que podem causar sérios danos ao corpo.

   Caso queira evitar produtos sintéticos e dietas extremamente rígidas que acabam com o prazer de viver (afinal de contas, comer bem também faz parte da felicidade de qualquer pessoa), vale a pena conhecer o óleo de cártamo, um produto natural que irá lhe fazer perder a gordura indesejada, principalmente, da região abdominal.


Por que o Óleo de Cártamo Emagrece?

 

Entenda o por que o óleo de cártamo emagrece


   Antes de tudo, é importante deixar claro que o óleo de cártamo não é considerado um remédio, pois trata-se de um produto natural que não passa por um processo químico-industrial.

   Sendo assim, na maior parte dos casos, ele pode ser consumido sem restrições e há uma menor probabilidade de causar efeitos colaterais.

  Diversas pesquisas científicas comprovam que o óleo de cártamo tem propriedades que estimulam, naturalmente, a queima de gordura no corpo. É por esse motivo que ele é o principal componente de diversos suplementos alimentares que prometem eliminar a gordura.

   O óleo de cártamo é extraído das sementes da planta Carthamus tinctorius L.; uma planta medicinal que tem propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias.

   As sementes são ricas em ácido oléico (ômega-9) e ácido linoléico (ômega-6), dois óleos naturais popularmente conhecidos por seus inúmeros benefícios à saúde.

   Eles reduzem o colesterol ruim e melhoram o funcionamento do coração, retardam o processo de envelhecimento e promovem a queima da gordura corporal.

   Além disso, o óleo de cártamo ajuda na redução do apetite, pois provoca a sensação de saciedade. Ele é responsável por regular o hormônio gastrointestinal grelina, um estimulante da fome. Dessa maneira, a pessoa se sente mais satisfeita com a ingestão de uma quantidade menor de alimentos. Este conjunto de fatores contribui ainda mais no processo de emagrecimento.

   É consenso que o óleo de cártamo emagrece, mas é preciso manter uma alimentação, minimamente, saudável para obter resultados mais satisfatórios. 
   Por isso, não adianta comer frituras, beber litros de refrigerante e reclamar que não está emagrecendo!

   Ele pode ser utilizado como óleo de cozinha, em molho para salada ou como suplemento alimentar. Em cápsulas, sugere-se que tome duas vezes ao dia, meia hora antes das principais refeições.


Fonte: http://oleodecartamoemagrece.com.br/


 

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Fazer apenas três refeições por dia dificulta a eliminação dos quilinhos extras?

  
   
   Ao se alimentar apenas três vezes ao dia, o intervalo entre as refeições fica muito extenso. E o jejum prolongado não é aconselhável por vários motivos, esteja você de dieta ou não. Para manter as funções metabólicas, o organismo precisa de nutrientes em pequenos intervalos. Isso resulta em, no mínimo, cinco refeições diárias: café-da-manhã, lanche, almoço, lanche da tarde e jantar. Evitar o jejum também ajuda a sumir com as gordurinhas a mais, já que pequenas refeições ao longo do dia fazem com que a fome não se acumule.